16 de dezembro de 2014

Cartas De Amor Aos Mortos - Ava Dellaira


Autor(a): Ava Dellaira | Gênero: Ficção | Ano: 2014 | Páginas: 344| Editora: Seguinte

Sinopse: Prestes a começar o ensino médio, Laurel decide mudar de escola para não ter que encarar as pessoas comentando sobre a morte de sua irmã mais velha, May. A rotina no novo colégio não está fácil, e, para completar, a professora de inglês passa uma tarefa nada usual: escrever uma carta para alguém que já morreu. Laurel começa a escrever em seu caderno várias mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Elizabeth Bishop… sem nunca entregá-las à professora.
Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky.
Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era - encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um - é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.

"Cartas De Amor Aos Mortos" conta a história de Laurel, uma adolescente que acabou de perder a irmã e trocou de escola para que as pessoas não sentissem pena dela. Sua mãe foi morar na Califórnia e mal liga para ela, mas seu pai continua ali, ao seu lado, assim como a tia com quem ela passa semana sim, semana não. O livro aborda, também, a dificil tarefa de ser adolescente, o sexo, as drogas, os abusos, os segredos e os desejos de Laurel e seus amigos.

Eu não sou a rainha das resenhas e sei que, às vezes, me enrolo demais com alguns livros e, quando esses livros me afetam de um jeito todo particular como "Cartas De Amor Aos Mortos", fica ainda mais difícil falar sobre ele e é uma tarefa bem complicada para mim, pelo menos, falar sobre esse livro que não foi nada fácil de ler, mas eu vou tentar. Vamos lá...
"A arte de perder não é nenhum mistério;

tantas coisas contêm em si o acidente
de perdê-las, que perder não é nada sério."
Várias pessoas acharam o livro lindo, fantástico, perfeito, mas para mim ele é inteiramente triste. Tudo o que as irmãs May e Lauren passam é difícil, é triste e horrível. Laurel tenta ser o tempo todo como a irmã, ela deseja brilhar como May, voar como ela, ser feliz como a irmã aparentava ser, mas conforme você lê o livro, vê que May não era tão feliz ou brilhante como tentava aparentar sempre, na verdade, ela tinha cicatrizes, tristezas e angustias demais, mesmo que Ava não deixe exatamente claro quais eram.

Laurel sofreu por culpa do egoismo da irmã que fazia de tudo para protegê-la, mas era a que mais a machucava e não enxergava o que Laurel passava enquanto guardava seus segredos para que ela pudesse se "divertir" e Laurel sofreu, também, pelo amor que sentia pela irmã e por permanecer calada, como se não pensar no que havia acontecido fosse atenuar o sofrimento e, em suas cartas, Laureu conta sobre o que aconteceu como se fosse algo muito distante, tão distante como numa outra vida, mas aconteceu há um ano ou pouco menos que isso.
"May está no alto, bem naquele momento antes de saltar. Mas, nunca vai cair."
Durante as cartas que escreve para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse entre outros, Laurel tenta analisar como foi a vida de cada um deles, o que sofreram e, também, conta o dia a dia dela, seu relacionamento com Sky, sua vida com o seu pai que ficou ao seu lado mesmo depois da morte da filha, da mãe que fugiu e da tia Amy. Com o decorrer do livro, é impossível não se apegar a Laurel ou suas amigas que também não tem vidas fáceis ou a Sky, um garoto misterioso e ao mesmo tempo frágil e inseguro por quem Laurel se apaixona intensamente.
"Então, fui até meu armário e estava procurando uma foto de May comigo, que fica ali dentro, quando reparei em outra coisa. Um convite para o baile da escola"
"Cartas De Amor Aos Mortos" é um livro extremamente bem escrito, a narração de Ava é leve e não te faz querer parar até desvendar cada segredo que Laurel ainda não contou, mas que as cartas a ajudam a tomar coragem de contar e assim, ter coragem de ser quem ela realmente é e deixar de viver na sombra da irmã morta, deixar de tentar ser feliz e brilhante como May e ser, somente, a Laurel e, com essa coragem, vem o perdão a si mesma por não ter contado tudo antes, o perdão da irmã por tê-la deixado tão repentinamente e a libertação para continuar vivendo.

Ava consegue abordar diversos assuntos polêmicos sem perdê-los de vista ou esquecê-los em algum capítulo. Consegue, também, abordar cada dificuldade vivida por Laurel e May com começo, meio e fim. Acho que a narrativa de Ava é tão perfeita e bem pensada que nenhum ponto da história ficou sem resposta e a personagem principal que começa infantil, insegura e sem personalidade, evolui tão espontaneamente com a narrativa que fica extremamente natural, um amadurecimento lento, mas natural.
"Mas, eu me perdoei. E perdoei você. May, eu amo você com tudo o que sou. Por muito tempo eu só queria ser como você. Mas, precisava descobrir que também sou alguém, e agora posso levar você, seu coração com o meu, aonde quer que eu vá."
Creio que todos que já perderam alguém que amavam tanto quanto a si mesmos vão entender o livro como eu entendi. Não é fácil perder alguém que faz parte de cada dia da sua vida e, do nada, decidir quem você é, do que você gosta, do que não gosta e, no fundo, você não sabe quem você é de verdade quando perde alguém como Laurel perdeu.

"Cartas De Amor Aos Mortos" é um livro incrível que fala da difícil tarefa de superar o luto,  perdoar e seguir em frente sem culpa. Eu não deveria ter demorado tanto tempo para lê-lo.

Para ler um trecho do livro disponibilizado pela editora, clique AQUI.

10 de dezembro de 2014

TOP 5: Livros Que Quero Ler Antes do Final do Ano!





Sem o meu tablet e com os lançamentos de Dezembro fraquinhos (na minha opnião, é claro), decidi eleger cinco livros que quero ler até a virada do ano.


Corra, Alex Cross - James Patterson
Sinopse: Um cruel assassinato na escuridão Dentro de um estacionamento em Georgetown, uma mulher é esfaqueada e trancada no porta-malas do próprio carro. Como assinatura, o criminoso corta os cabelos louros da vítima e os deixa espalhados pelo corpo. Designado para o caso, o detetive Alex Cross nem imagina que esse é apenas o primeiro de uma série de pesadelos. Uma mulher é morta e um bebê desaparece No mesmo dia, Alex Cross é chamado para uma segunda cena de crime: uma jovem enforcada do lado de fora do sexto andar de um edifício. Assim que a legista responsável descarta a possibilidade de suicídio e informa que a vítima deu à luz recentemente, Cross descobre que não está lidando apenas com um homicídio, mas também com um caso de sequestro. Alex Cross precisa deter três assassinos Três dias depois, o corpo de um rapaz é descoberto em uma doca, baleado e com meia dúzia de perfurações ao redor da área genital. Quando os rumores de três assassinos em série se alastram pela cidade de Washington e novas vítimas são encontradas a cada dia, a pressão recai nos ombros de Cross. Uma pressão tão forte que pode afetar sua concentração a ponto de ele não conseguir evitar um perigo mortal que se aproxima de sua família. 
Lançamento de Novembro da Editora Arqueiro e eu estou muito curiosa pra saber se essa história promete tanto quanto a sinopse diz.


Vermelho Como O Sangue - (Trilogia Branca de Neve - Livro 01) - Salla Simukka
Sinopse: No congelante inverno do Ártico, Lumikki Andersson encontra uma incrível quantidade de notas manchadas de vermelho, ainda úmidas, penduradas para secar no laboratório de fotografia da escola. Cédulas respingadas de sangue. Aos 17 anos, Lumikki vive sozinha, longe de seus pais e do passado que deixou para trás. Em uma conceituada escola de arte, ela se concentra nos estudos, alheia aos flashes, à fofoca e às festinhas dominadas pelos garotos e garotas perfeitos. Depois que se envolve sem querer no caso das cédulas sujas de sangue, Lumikki é arrastada por um turbilhão de eventos. Eventos que se mostram cada vez mais ameaçadores quando as provas apontam para policiais corruptos e para um traficante perigoso, conhecido pela brutalidade com que conduz os seus negócios. Lumikki perde o controle sobre o mundo em que vive e descobre que esteve cega diante das forças que a puxavam para o fundo. Ela descobre também que o tempo está se esgotando. Quando o sangue mancha a neve, talvez seja tarde demais para salvar seus amigos. Ou a si mesma.
Mais um livro recontando histórias antigas e a sinopse é tão boa que o livro não pode ser ruim de jeito nenhum!


Apenas Um Dia - Trilogia Apenas Um Dia - Livro 01 - Gayle Forman
Sinopse: A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida. Apenas um Dia fala de amor, mágoa, viagem, identidade e sobre os acidentes provocados pelo destino, mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro... Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos.

"Se Eu Ficar" e "Para Onde Ela Foi" ainda mexem comigo depois de tanto tempo e estou na expectativa de saber se "Apenas um Dia" vai ter o mesmo efeito que os outros livros de Gayle. 


O Jogo da Mentira (The Lying Game) - Sara Shepard
Sinopse: O jogo vai começar. Primeiro volume da nova série da autora de Pretty Little Liars, que ficou mais de 50 semanas no ranking do The New York Times e vendeu mais de cinco milhões de exemplares, O Jogo da mentira acompanha a história de duas gêmeas separadas ao nascer e unidas por um misterioso assassino. Com uma trama ainda mais intrincada e sombria, que tem início quando Emma resolve trocar de lugar com a irmã, a série repete a trajetória de sucesso de PLL, com um enredo repleto de suspense, intrigas e reviravoltas de tirar o fôlego, e uma bem-sucedida adaptação para a TV.

Sara Shepard (L), Sem mais!





A última carta de amor - Jojo Moyes
Sinopse: Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento. Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.

Adoro os outros livros da Jojo, o único que não li ainda é esse e espero que seja tão bom quanto os outros!

1 de dezembro de 2014

1 Página de Cada Vez - Adam J. Kurtz














Autor(a): Adam J. Kurtz | Gênero: --| Ano: 2014 | Páginas: 368| Editora: Pararela

Descrição: "Leitores de 'Destrua este Diário' irão adorar este livro. “Pense em alguma coisa que deixa você inseguro e escreva o que é em letras enormes. Use o espaço todo! Olhe bem para o que você escreveu. Agora vire a página.” No seu primeiro livro, o artista gráfico americano Adam J. Kurtz usa provocações divertidas como esta para fazer o leitor refletir sobre sua vida ao mesmo tempo em que testa a própria criatividade. Como o título diz, cada página traz uma brincadeira diferente. Pode ser uma pergunta, uma sugestão de desenho ou um pedido para que você crie uma lista de músicas para seu amor verdadeiro ou das melhores fatias de pizza que comeu na vida. O autor também pede para o leitor colar objetos inusitados nas páginas do livro e compartilhar nas redes sociais algumas das anotações feitas nele. Uma maneira espirituosa e lúdica de buscar o autoconhecimento."

O blog está mais parado do que o trânsito de São Paulo em dia de chuva às seis da tarde. Meu tablet morreu há algumas semanas, então a leitura deu uma parada. Estou com vários livros pela metade, entre eles esta "Poder" e "Carta de Amor aos Mortos" e até que meu tablet volte dos mortos as resenhas vão ficar sem aparecer por aqui. MAS, isso não me impediu de comprar um livro novo. 

Muitos já sabem que eu prefiro os E-Books que dá pra ler em qualquer lugar, mas existem livros que não dá pra comprar em e-book e "1 Página de Cada Vez" é um deles. A Proposta desse livro é testar a criatividade e eu não desenho um Ó com o fundo do copo e, mesmo sabendo disso, comprei o livro, afinal, era um desafio.

Comecei devagar e interpretei o livro à minha maneira. Muitos acham que tem que ser uma página por dia durante um ano, mas eu acho que deve ser uma página de cada vez, assim como diz no título. Fazer uma página por vez, terminando-a antes de começar a próxima e se empenhar ao máximo para que fique como você quer e, assim, se superar aos poucos.
Me superei desenhando os personagens de "Hora de Aventura". Fiquei realmente feliz com o resultado e, apesar de desejar MUITO mais canetas "Stabilo", tenho que me virar com o que tenho, canetinhas e lapis de cor.


Estou com mais idéias para desenhos e frases que o livro pede e, assim que completar amis algumas, vou postando aqui para vocês.

Infelizmente, meus avanços com "Destrua Este Diário" e "Termine Este Livro" estão lentas, mas espero terminá-los o ano que vem (Mentira).

14 de novembro de 2014

Feitiço - Saga Encantadas - Sarah Pinborough


Autor(a): Sarah Pinborough | Gênero: FicçãoAno: 2013 Páginas: 248 Editora: Única Editora

Sinopse: "Você se lembra da história da Cinderela, com sua linda fada madrinha, suas irmãs feias e um príncipe encantado? Então esqueça essa história, pois nesta releitura de Sarah Pinborough ninguém é o que parece. Em um reino próximo, a realeza anuncia um baile que encontrará uma noiva para o príncipe e parece que o desejo de Cinderela irá ganhar aliados peculiares para ser realizado. Contudo, não será fácil: ela não é a aposta de sua família para esse casamento real, e sua fada madrinha precisa de um favorzinho em troca de transformar essa pobre coitada em uma diva real. Enquanto isso, parece que Lilith não está muito contente com os últimos acontecimentos e, ao mesmo tempo em que seu reino parece sucumbir ao frio, ela resolve usar sua magia para satisfazer suas vontades."


"Feitiço" é o segundo volume da trilogia iniciada com "Veneno" e nos conta a história da invejosa Cinderela. Enfim, um livro que não descreve Cinderela como uma pobre coitada empregadinha da família que não tinha o direito de ser feliz e sim, como uma pessoa comum, com invejas, amores, aspirações e desejos para a sua vida.

Após algumas apresentações necessárias, incluindo o pai de Cinderela que, nessa versão da história, está vivo, é anunciado dois bailes para que o príncipe conheça as garotas do reino e entre elas escolha sua noiva. Obviamente, Cinderela não foi convidada, mas sua irmã e madrasta sim e os preparativos começam logo, deixando Cinderela enciumada e com muita inveja. Mas, essa Cinderela não é uma coitada que fica se lamentando do começo ao fim do livro, pelo contrário, Cinderela sabe o que quer para a vida, ela é mesquinha, manipuladora, egoísta e seu desejo de ir ao baile e encantar o príncipe era tão grandes que uma "Fada" apareceu para lhe conceder esse desejo, com um preço, é claro.
"Toda beleza é mágica. Você vai aprender isso"
Existe, também, esse amigo enigmático de Cinderela, Buttons (que eu acho que é um Robin Hood) com quem ela divide certas experiências quentes e há esse ratinho estranho que segue Buttons por todos os lados e, depois de um tempo, passa a ficar mais tempo perto de Cinderela e "Feitiço" já desvenda o que o ratinho é, mas Buttons, fica um pouco em segundo plano.

Alguns acontecimentos se juntam a "Veneno", dando sentido a algumas coisas do primeiro livro, mas sabe-se que muitas perguntas ficaram sem resposta e "Poder" deve sanar todas elas. Adorei a citação da Bruxa da Casa de Doces e espero que, no terceiro livro da série, essa ideia seja bem explorada.
"Fazia um frio cortante, mas pela primeira vez em muito tempo o sol brilhou sobre o reino naquele dia, e a rainha impiedosa cavalgou para a floresta."
"Feitiço" é um livro bem melhor do que "Veneno" e traz um humor levemente perverso, sentimentos impertinentes, mas verdadeiros e luxúria, sensualidade, medo e tensão. "Feitiço" coloca defeitos em pessoas perfeitas, mostra o lado sombrio de garotas perfeitas e maldade onde antes não existia. 

Enfim, o livro nos dá uma visão mais realista do que poderiam ter sido os contos de fadas e, também, responde algumas perguntas de "Veneno", mas deixa muitas dúvidas abertas para que o próximo livro, "Poder" possa responder. 


12 de novembro de 2014

TOP 5: Livros Para Ler Em Novembro


Apenas Um Dia - Trilogia Apenas Um Dia - Livro 01 - Gayle Forman
Editora: Novo Conceito

Sinopse: "A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida. Apenas um Dia fala de amor, mágoa, viagem, identidade e sobre os acidentes provocados pelo destino, mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro... Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos."

Se Gayle me fizer chorar como em "Se eu ficar" e "Para Onde Ela Foi" vou morrer seca! Confesso que só vou ler esse livro por culpa da autora, que foi fantástica em seus livros de estréia, mas saber que "Apenas Um Dia" é uma trilogia, já começa a me matar, se o livro for bom, vou sofrer esperando os outros dois.


Vermelho Como o Sangue - Trilogia Branca de Neve - Livro 01 - Salla Simukka
Editora: Novo Conceito

Sinopse: "No congelante inverno do Ártico, Lumikki Andersson encontra uma incrível quantidade de notas manchadas de vermelho, ainda úmidas, penduradas para secar no laboratório de fotografia da escola. Cédulas respingadas de sangue. Aos 17 anos, Lumikki vive sozinha, longe de seus pais e do passado que deixou para trás. Em uma conceituada escola de arte, ela se concentra nos estudos, alheia aos flashes, à fofoca e às festinhas dominadas pelos garotos e garotas perfeitos. Depois que se envolve sem querer no caso das cédulas sujas de sangue, Lumikki é arrastada por um turbilhão de eventos. Eventos que se mostram cada vez mais ameaçadores quando as provas apontam para policiais corruptos e para um traficante perigoso, conhecido pela brutalidade com que conduz os seus negócios. Lumikki perde o controle sobre o mundo em que vive e descobre que esteve cega diante das forças que a puxavam para o fundo. Ela descobre também que o tempo está se esgotando. Quando o sangue mancha a neve, talvez seja tarde demais para salvar seus amigos. Ou a si mesma."

Outra trilogia! Odeio livros com continuações, mas não sei o que esperar de "Vermelho Como o Sangue". A capa me chamou muito a atenção e tem sangue, talvez morte,  tem essa coisa de "Branca de Neve no meio, não vejo a hora de ler.


As Estranhas e Belas Mágoas de Ava Lavender - Leslye Walton
Editora: Novo Conceito

Sinopse: "Gerações da família Roux aprenderam essa lição da maneira mais difícil. Os amores tolos parecem, de fato, ser transmitidos por herança aos membros da família, o que determina um destino ameaçador para os descendentes mais jovens: os gêmeos Ava e Henry Lavender. Henry passou boa parte de sua mocidade sem falar, enquanto Ava que em todos os outros aspectos parece ser uma jovem normal nasceu com asas de pássaro. Tentando compreender sua constituição tão peculiar e, ao mesmo tempo, desejando ardentemente se adaptar aos seus pares, a jovem Ava, aos 16 anos, decide revolver o passado de sua família e se aventura em um mundo muito maior, despreparada para o que ela iria descobrir e ingênua diante dos motivos distorcidos das demais pessoas. Pessoas como Nathaniel Sorrows, que confunde Ava com um anjo e cuja obsessão por ela cresce mais e mais até a noite da celebração do solstício de verão. Nessa noite, os céus se abrem, a chuva e as penas enchem o ar, enquanto a jornada de Ava e a saga de sua família caminham para um desenlace sombrio e emocionante."

Ainda não sei se vou gostar desse livro, mas parece interessante. Gosto de livros com segredos e "As Estranhas e Belas Mágoas de Ava Lavender" parece estar cheio deles


O menino da lista de Schindler - Leon Leyson
Editora: Rocco

Sinopse: "Misto de biografia e romance de formação, O menino da lista de Schindler acompanha a trajetória de Leon Leyson, o mais jovem integrante e um dos últimos sobreviventes da famosa lista de judeus salvos pelo empresário alemão Oskar Schindler durante a Segunda Guerra Mundial. Intenso como O diário de Anne Frank, o livro chega ao Brasil pelo selo Rocco Jovens Leitores depois de alcançar a prestigiosa lista dos mais vendidos do jornal The New York Times, e oferece uma perspectiva única do Holocausto. Um relato emocionante, corajoso e humano que precisa ser contado às novas gerações."

"Intenso como 'O Diário de Anne Frank'"? Mal posso esperar para ler!




Corra, Alex Cross - James Patterson
Editora: Arqueiro

Sinopse: "Um cruel assassinato na escuridão Dentro de um estacionamento em Georgetown, uma mulher é esfaqueada e trancada no porta-malas do próprio carro. Como assinatura, o criminoso corta os cabelos louros da vítima e os deixa espalhados pelo corpo. Designado para o caso, o detetive Alex Cross nem imagina que esse é apenas o primeiro de uma série de pesadelos. Uma mulher é morta e um bebê desaparece No mesmo dia, Alex Cross é chamado para uma segunda cena de crime: uma jovem enforcada do lado de fora do sexto andar de um edifício. Assim que a legista responsável descarta a possibilidade de suicídio e informa que a vítima deu à luz recentemente, Cross descobre que não está lidando apenas com um homicídio, mas também com um caso de sequestro. Alex Cross precisa deter três assassinos Três dias depois, o corpo de um rapaz é descoberto em uma doca, baleado e com meia dúzia de perfurações ao redor da área genital. Quando os rumores de três assassinos em série se alastram pela cidade de Washington e novas vítimas são encontradas a cada dia, a pressão recai nos ombros de Cross. Uma pressão tão forte que pode afetar sua concentração a ponto de ele não conseguir evitar um perigo mortal que se aproxima de sua família. 

Sangue, assassinato e segredos, o que mais eu posso querer desse livro?

9 de novembro de 2014

Versos de um Crime (Kill Your Darlings)


Kill Your Darlings (Versos de Um Crime) 2014

Gênero: Drama, Biografia

Sinopse: "1944. Allen Ginsberg (Daniel Radcliffe) sai da casa dos pais rumo à universidade, precisando lidar com o sentimento de culpa por ter deixado sua mãe (Jennifer Jason Leigh). Seu sonho é tornar-se um escritor, mas logo sente-se incomodado pelo modelo "certinho" de poesia que o curso ensina. Não demora muito para que ele conheça Lucien Carr (Dane DeHaan), um jovem provocador que apresenta Allen ao mundo da contracultura. Logo nasce uma grande amizade entre os dois, que se torna algo mais quando Allen passa a sentir atração por Lucien."


"Versos de um Crime" (Kill Your Darlings) é um filme de drama biográfico que foi apresentado pela primeira vez no Festival de Sundance de Cinemade em 2013, mas só estreou no brasil em Junho de 2014. É o trabalho de estréia do diretor John Krokidas.

O longa, obviamente baseado numa história real por ser bibliográfico, conta a história de Allen Ginsberg, um garoto que deixa a casa dos pais para estudar e seguir seu sonho de ser escritor. Na faculdade, ele conhece Lucien Carr que o apresenta ao mundo de uma forma diferente da forma certinha de Allen. Logo, nasce uma grande amizade entre os dois, mas com a morte de David, a vida dos dois tende a tomar outro rumo.

Eu nunca gostei muito do Daniel Radcliffe, até porque não gosto de Harry Potter e assistir qualquer filme com ele era bem impossível, mas "Versos de um Crime" é um filme de época, tinha essa relação homossexual, poemas, musica, tudo o que um filme tem que ter para que eu goste dele. Daniel Radcliffe aparece de óculos em "Versos de um Crime" e sim, ele ainda parece o Harry Potter, um pouco mais velho, mas ainda parece, porém ele atua tão bem e faz cenas tão difíceis, que você esquece que ele foi Harry Potter nos primeiros vinte minutos de filme.


Você vê o quanto pode ser difícil ser ator e o quão bom ele pode ser quando tem que fazer cenas de sexo e, ainda mais, quando são cenas homossexuais e Daniel Radcliffe estava lá, completamente nu, numa cena muito, muito convincente, comparado à cenas de outros filmes que eu já assisti. Os beijos entre ele e Dane DeHaan parecem bem reais e apaixonados, não tem aquela aparência de "Estou fazendo porque sou pago, mas não gosto nem um pouco", parabéns para eles. Daniel Radcliffe se entregou ao personagem e às cenas e fez um lindo beijo, uma linda cena de sexo (apesar de não ser com Dane), tudo muito convincente e verdadeiro. 

Daniel Radcliffe subiu muito no meu conceito como ator e, com esse filme, consegui apagar aquela imagem odiosa que eu tinha sobre ele e seu Harry Potter sem graça.

Logo no inicio do filme, nós vemos Lucien na cadeia e Allen conversando com ele e, talvez, você ache que o filme será todo sobre uma dupla adolescente responsável por um assassinato, mas "Versos de um Crime" vai te dizer que não é nada sobre isso. Na verdade, o filme é sobre a convivência dos autores Allen Ginsberg (Daniel Radcliffe), Lucien Carr (Dane DeHaan), e Jack Kerouac (Jack Huston) que faziam parte da chamada geração "Beat", formada por mentes inquietas que desejam mudanças por meios diferentes dos convencionais e, só da metade para o final do filme, é que o assassinato passa a ser relevante na história.


Lucien é o típico personagem que você não consegue entender nunca. Às vezes, ele passava muita veracidade e coerência no que diz, mas depois parece um garoto completamente diferente. Ele não parece dizer a verdade com relação a nada, nunca. Talvez, por isso, Allen e David tenham se apaixonado tão perdidamente por ele, por seus segredos, seu jeito enigmático e perigoso.

Quando Lucien resolve ir embora e Allen tem seu coração partido, a ultima coisa que você pensa que ele pode fazer é o que ele realmente faz e você só tem vontade de ser alguém que possa dar um apoio a ele, já que você passa o filme todo torcendo para que eles se envolvam logo e quando se envolvem, tudo dá errado.


O filme é dramático, intenso, confuso, sofrível e arrebatador. Poderia, é claro, ter mais detalhes sobre o envolvimento de Allen e Lucien, do movimento "Beat", dos vícios e compulsões enfrentadas pelos personagens, mas mesmo assim "Versos de um Crime" não deixa de ser um ótimo filme. Parabéns ao John Krokidas, que apesar de não ter sido elogiado pelos críticos, me agradou muito com o filme (Talvez, eu seja uma péssima critica, quem sabe?).

Agora, estou louca atrás de "Howl and Other Poems", lançado em 1956 e conta um pouco da história de Allen e Lucien, inclusive, sua primeira edição foi dedicada a Lucien, que pediu para que a dedicatória fosse retirada nos demais exemplares.


Curiosidade: Daniel Radcliffe chegou a participar, em 2008, dos testes para o filme e conseguiu o papel de Alle, mas, devido às filmagens de Harry Potter, Daniel acabou não entrando nas filmagens iniciais, que chegaram a ser feitas com Chris Evans, Jesse Eisenberg, e Ben Whishaw. Porém, o financiamento foi cortado na época e o filme cancelado, mas quando John resolveu voltar às filmagens, convidou Daniel que prontamente aceitou o papel de Allen Ginsberg.





7 de novembro de 2014

Top 5: Séries Finalizadas Que Você Precisa Ver


Odeio "Friends", "Gilmore Girls", "Sex And The City", "The Big Bang Theory" e a maioria das séries que todo mundo ama. Me julguem, estão liberados. Mas, existem séries que eu gosto muito e até defendo levemente, e hoje separei cinco séries que eu adoro e estão finalizadas, prontinhas esperando por você.


1 - The Tudors
Sinopse: "A esplêndida Inglaterra do Século XVIII era reinado de Henrique VIII (Johnathan Rhys Meyers). A série começa quando ele ainda está tentando alcançar o trono, à medida que se distancia de sua esposa e apaixona-se por Ana Bolena (Natalie Dormer). Auxiliado pelo Cardeal Wolsey (Sam Neill), ele chegou ao poder e manteve-se forte apesar das intrigas e armações. Na sua vida privada, ele tenta criar uma maneira de se divorciar de Catarina de Aragão (Marye Doyle Kennedy) para se casar com Ana Bolena, em meio a muitas disputas políticas e esquemas."

"The tudors" foi a primeira série que assisti fora da televisão, sem aquela coisa de ver toda a noite, esperar AQUELE dia da semana pra ver minha série preferida e, através dela, virei uma viciada em séries. E, mais uma vez, foi uma série que assisti por culpa exclusiva de Henry (delicia) Cavill, mas conforme a série foi andando, fui me apaixonando pela história e por Jonathan Rhys Meyers também. Se você gosta de história e séries de época, "The Tudors" é completa pra você.


2 - Prison Break
Sinopse: "Após a prisão de Lincoln Burrows (Dominic Purcell), condenado por um crime que não cometeu, o engenheiro Michael Scofield (Wentworth Miller) bola um plano para tirar o irmão da cadeia. Enviado para Fox River ao lado de Lincoln, Michael começa a executar a sua estratégia, mas logo percebe que está no meio de uma perigosa conspiração. Para garantir a liberdade da sua família, ele precisará enganar a Dra. Sara Tancredi (Sarah Wayne Callies) e se associar à criminosos condenados, como Fernando Sucre (Amaury Nolasco), Theodore 'T-Bag' Bagwell (Robert Knepper) e John Abruzzi (Peter Stormare)."

Assim que terminei "The Tudors" fiquei completamente órfã de séries. Nada me agradava, nada era bom o suficiente como "The Tudors". E agora? O que eu iria fazer nas minhas noites de insônia? Então, uma amiga me indicou uma série que estava vendo, "Prison Break". No começo, achei que me decepcionaria de novo, mas Prison Break foi mais uma série que me marcou. É muito boa e, apesar de alguns erros de continuidade, vale a pena.


3 - Early Edition
Sinopse: "E se o jornal de amanhã aparecesse na porta da sua casa hoje? Gary Hobson (Kyle Chandler) recebe a visita de um estranho gato, que aparece na sua porta com uma cópia do jornal do dia seguinte. Agora, com o fardo de ter que evitar as tragédias do dia seguinte, Gary recebe a ajuda da amiga Marissa (Shanesia Davis Williams), uma mulher cega que reconhece a verdadeira importância nda tarefa, e encoraja Gary a usar o que sabe para mudar as vidas das pessoas."

Acompanhava "Early Edition" pela televisão (Rede Record). Não cheguei a ver todos os episódios, mas era fascinada pelas "Edições de amanhã". Era uma ideia tão fantástica. Kyle Chandler foi uma das minhas primeiras paixões de séries e, venhamos e convenhamos, tinha um gatinho que entregava o jornal, gente!



4 -The New Adventures of Old Christine
Sinopse: "Christine (Julia Louis-Dreyfus) é divorciada de Richard (Clark Gregg), mas continua o vendo como um melhor amigo. Mesmo quando ele começa a se envolver com outra mulher, também chamada Christine. Ela vive em um apartamento com o filho Ritchie (Trevor Gagnon); o irmão Matthew (Hamish Linklater) aluga um quarto separado, e os dois alimentam as inseguranças um do outro que foram plantadas pela mãe. A "velha" Christine gerencia uma Academia de Ginástica com a melhor amiga, Barb. As inseguranças de Christine são aumentadas quando ela precisa lidar com os pais das outras crianças na escola do filho."

Não sei o que dizer sobre essa série. Ela não tem pé nem cabeça e isso é ótimo! Matthew é um irmão muito louco e um dos meus personagens preferidos da série, Barb é sem comentários e  Christine é completamente desequilibrada como pessoa e mãe. O humor na série não é forçado, as piadas não parecem terem sido decoradas como em algumas séries "engraçadas" por ai e é a personalidade de cada personagem que torna tudo ainda mais hilário. Assita!


5 - Todo Mundo Odeia o Chris
Sinopse: "A série conta a história da família Rock entre os anos de 1982 até 1987, com o foco no menino Chris (Tyler James Williams). Em 1982, Chris completa 13 anos e muda-se com a sua família para Bedford-Stuyvesant, no Brooklyn. Lá, Chris vive situações corriqueiras da vida de um adolescente, tanto nas histórias que realmente acontecem quanto nos pensamentos que são expostos de uma forma humorística. Chris vive com os pais Julius (Terry Crews) e Rochelle (Tichina Arnold), e com os dois irmãos Drew (Tequan Richmond) e Tonya (Imani Hakim). Ele estuda no Corleone Junior High School, colégio onde Chris é o único aluno negro, situação que o vitimiza durante todo seu tempo lá. Mas ele faz um amigo, Greg (Vicent Martella), que vai estar sempre junto de Chris, passando por suas situações tragicamente cômicas."

Quem não ama todo mundo odeia o Chris? QUEM? Um dos meus episódios preferidos é aquele que o homem está dando um depoimento e o policial só entende "Ele era negro, mancava negro, falava negro, tinha uma mancha negra aqui, corria negro, negro muito negro... "


5 de novembro de 2014

Para Onde Ela Foi - Gayle Forman

Autor(a): Gayle Forman | Gênero: Romance | Ano: 2014 | Páginas: 240| Editora: Novo Conceito


Sinopse: "Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só não quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos - nam em milhas, não em continentes, não em anos -, e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado."

Ainda não estou psicologicamante bem para falar sobre esse livro. Existem alguns livros que eu demoro para digerir ou me recuperar e "Para Onde Ela Foi" mexeu comigo tanto ou mais do que "Se eu ficar" (Que eu resenhei AQUI).

Quando soube que havia uma continuação de "Se eu ficar" sai correndo atrás, mas até então, não tinha publicação em português e eu estava, lentamente, lendo em inglês pra saber o que Adam tinha a contar sobre Mia e o relacionamento deles. Mas, semana passada dei um pulo no shopping e vi "Para Onde Ela Foi". Fiquei louca e comprei o livro por R$19,90 (Dilmas). Gosto mais de E-book porque posso ler em qualquer lugar, mas não resisti em ter "Para Onde Ela Foi" nas mãos.
Existe essa palavra? Eu me pergunto.

Você está falando consigo mesmo, então quem liga?
O livro narra a história de Adam e Mia três anos após Mia ter decidido ficar, mas desta vez, as memórias, os acontecimentos e os sofrimentos são narrados por Adam, um roqueiro de sucesso mundial com uma dor que não o abandona. A dor de ter perdido Mia acompanha Adam como uma ferida aberta e ele parece sofrer muito mais do que eu pensava ser possível.

Devorei "Para Onde Ela Foi" em 3 horas e levei dois dias para me recuperar dele. Fiquei tão angustiada com a história que Adam tinha para contar que era impossível largar sem saber porque Mia havia deixado Adam daquele jeito, por que eles não tinham aquele final feliz que fica implícito no final primeiro livro, por que, por que?
Meu corpo todo está tremendo. Estou surtando. Um dia pode ter apenas vinte e quatro horas, mas às vezes passar por um parece tão impossível quanto escalar o Everest.
"Para Onde Ela Foi" narra, na visão de Adam, uma noite entre ele e Mia. Um reencontro de uma noite que pode mudar a vida dos dois, de novo e entre a narrativa do presente e algumas memórias que Adam tinha com Mia, com os amigos e os membros da banda antes deles serem o sucesso que são atualmente, Adam vai tentando entender o que aconteceu entre eles para acabarem desse jeito, ele não consegue entender ou aceitar os motivos pelos quais Mia o deixou, por que ela deixaria alguém que amava tanto, alguém que a apoiou e foi seu porto seguro depois de tudo?

E é por culpa dessa dor, desse rancor que Adam sente por Mia que passamos pelas memórias dele, descobrimos coisas lindas que passaram juntos e temos tantas doses de amor e dor que é impossível não se emocionar em várias partes do livro (e chorar, porque sou mole demais).
E de repente eu entendo. Entendo por que ela me chamou no teatro, por que veio atrás de mim depois que eu saí do camarim. Esta é a verdadeira turnê de despedida: Mia quer completar o desligamente que começou há três anos.
"Para Onde Ela Foi" é um ótimo livro, Gayle Forman já tinha escrito algo maravilhoso com "Se Eu Ficar", mas conseguiu se superar com "Para Onde Ela Foi" e, ao contrário da maioria das resenhas que vi, eu não tive nenhuma raiva de Mia, pelo contrário, entendo porque ela deixou Adam daquele jeito, eu teria feito o mesmo se fosse ela, minha família é tudo para mim e, afinal, os motivos que a levaram a deixar Adam fazem tanto sentido que é impossível discordar da atitude que ela tomou.

"Para Onde Ela Foi" é triste, emocionante e lindo. Gayle Forman consegue descrever a dor da perda de tantas maneiras diferentes e tão parecidas ao mesmo tempo, que é impossível não ficar dividido entre amar mais Adam, Mia ou amar mais os dois. Ainda não acredito que acabou, mas estou torcendo para que façam o filme de "Para Onde Ela Foi" também!
E vejo o que ela quer, e é a mesma coisa que eu quero há anos agora, mas não consigo acreditar que, depois de todo esse tempo, e agora que estamos sem tempo, ela está pedindo.
Leia um trecho do livro disponibilizado pela Editora Novo Conceito clicando AQUI.



3 de novembro de 2014

Chef (2014)














Chef (2014)

Gênero: Comédia

Sinopse: "Carl Casper (Jon Favreau) é o chef de um restaurante badalado de Los Angeles, mas volta e meia enfrenta problemas com o dono do local (Dustin Hoffman) por querer inovar no cardápio ao invés de fazer sempre os pratos mais pedidos pelos clientes. Um dia, um renomado crítico gastronômico (Oliver Platt) vai ao restaurante e publica uma crítica bastante negativa, baseada justamente no fato do cardápio ser pouco criativo. Furioso, Casper vai tirar satisfação com ele e acaba demitido. Pior: a briga vai parar na internet e se torna viral, o que lhe fecha as portas nos demais restaurantes. Sem saída, ele recebe a ajuda de sua ex-esposa (Sophia Vergara) para reiniciar a vida no comando de um trailer de comida."

É feio, eu sei, mas só assisti "CHEF" por um único e exclusivo motivo: Robert Downey Jr. Havia muita especulação quanto ao novo filme que teria Robert em um papel que não fosse Tony Stark, principalmente no mundo das adoradoras de Robert Downey Jr. e eu era uma delas.

Escrito, dirigido e estrelado por Jon Favreau, "Chef" estreou no Festival de Tribeca deste ano e teve uma das melhores bilheterias para filmes independentes. O filme nos conta a história de Carl, um chefe de um restaurante badalado em Los Angeles, mas que, infelizmente, não tem liberdade nenhuma para criar ou inovar pratos. Ele é controlado pelo dono do local (Dustin Hoffman) que acha que serve a melhor comida de Los Angeles e "em time que está ganhando, não se mexe". Certo dia, um critico gastronômico visita o restaurante e DESTRÓI a reputação de Carl com uma critica avassaladora e, a partir dai, o filme começa a andar.



Se você vai assistir "Chef" por pura e exclusiva culpa de Robert Downey Jr., aconselho a ver somente dos 00:53 aos 00:58. Robert tem uma aparição mínima com uma atuação BRILHANTE de cinco maravilhosos minutos. Assim também é a aparição de Scarlett Johansson, tão mínima que depois de um tempo você não se lembra que, em algum momento, ela fez parte do filme. Já Sofia Vergara está fantástica no papel de Vera, a ex-mulher de Carl e a quem mais dá apoio a ele durante o filme, além de seu amigo Martin (John Leguizamo) e seu filho Percy (Emjay Anthony), com quem Carl (Favreau) tem um relacionamento complicado e, apesar de tudo, Percy ajuda o pai em sua nova jornada, inserindo-o também no mundo virtual, através do Twitter.




"Chef" é um daqueles filmes para ver com a família no domingo. Além de contar a saga de Carl para recomeçar a sua carreira, o filme traz conflitos familiares e a importância dos amigos verdadeiros. É um daqueles filmes de sessão da tarde, para ver comendo pipoca sem ter que pensar, o que não é ruim. "Chef" é um filme sem grandes pretensões, com grandes participações, cheio de altos e baixos e com um elenco de primeira. Favreau conseguiu o que queria nos trazendo um bom filme, apesar do baixo orçamento. Vale a pena perder um tempinho para apreciar toda a simplicidade de "Chef".




25 de outubro de 2014

Terra Morta: Infecção - Tiago Toy

Autor(a): Tiago Toy  | Gênero: Terror/Aventura/Suspense | Ano: 2014 | Páginas: ***| Editora: Draco

Sinopse: "A história conta a saga de Tiago e Daniela que fugiram de Jaboticabal, uma cidade assolada por um apocalipse zumbi e, unidos a outros personagens, lutam por suas vidas a cada esquina de São Paulo. Amigo, inimigo ou zumbi, todos continuam correndo sem olhar para trás."*

Recebi, direto do Facebook do autor Tiago Toy, as primeiras cinquenta páginas do livro "Terra Morta: Infecção". Fiquei sabendo que poderia ler e resenhar uma parte do livro através da página da Editora Draco no Twitter, os interessados deveriam mandar uma mensagem diretamente para o autor e, assim, receber um gostinho do livro para resenhar.

"Terra Morta: Infecção" é o segundo livro da trilogia de Tiago Toy que conta a história de um apocalipse zumbi em São Paulo. Tudo começou em "Terra morta: Fuga" (que eu ainda não li) que conta a história do introvertido Tiago que sempre sonhou em viver aventurar na Capital de São Paulo, mas não imaginava que seria compelido a isso por um ataque zumbi.
"Os latidos de Thor chamaram sua atenção. Eram como um aviso. Corra"
No arquivo que recebi, existe um resumo do que aconteceu no primeiro livro, isso me ajudou bastante ao me colocar um pouco nos trilhos da história sem me deixar completamente perdida. Já o primeiro capítulo, narra a história de Regina Rios, grávida tentando dar a luz que é surpreendida por humanos famintos por carne. Depois, conhecemos Yulia, uma ruiva russa que ajuda a salvar o bebê de Regina, mas isso é só o começo.

Tiago Toy não trás novidades a cada capítulo como a maioria dos autores, ele consegue trazer novidades a cada parágrafo. Quando tudo parece bem e o carro está andando tranquilamente num paragrafo, no outro, o carro desliza em poças de sangue e restos mortais para capotar loucamente e liquidificar todos os seus passageiros.

Ao mesmo tempo em que novidades são ótimas, ter uma ação diferente em cada parágrafo é um pouco cansativo. Você ainda está tentando entender o que estava acontecendo no parágrafo anterior e o próximo já vem jogando mais e mais informações sobre pedaços de carne, sangue, fuga e clichês da vovó.
"O lugar parecia um ferro-velho(...) Veículos se amontoavam enquanto os poucos motoristas ainda vivos escalavam as ferragens, ignorando gritos de socorro. Em uma passarela sobre a rua pessoas se penduravam por fora da grade a fim de escapar. Várias caíram, enquanto outras simplesmente se jogaram."
Minha parte preferida é, sem dúvida, o começo do livro. A apresentação dos personagens, ler um pouco da vida de cada um pouco antes dos ataques zumbis é a minha parte preferida. A personagem que mais me chamou atenção foi Yulia. Ela é quieta e, aparentemente, esperta, mas toda essa quietude deve esconder alguma coisa, algum segredo MUITO legal.

Enfim, "Terra Morta: Infecção" parece bem promissor. Gosto de livros que me deixam curiosa quanto ao que vai acontecer, quem morre e quem vive e, "Terra Morta: Infecção" parece estar cheio desses segredos para serem revelados, cheio de pessoas para morrer, tantas outras para conhecer e flashbacks cheios de descobertas para te deixar mais intrigado.

É bem difícil falar sobre um livro que não li por inteiro e que é o segundo de uma trilogia, mas sei que se você gosta de zumbis, apocalipses e MUITA ação, "Terra Morta: Infecção" é indicadíssimo para você, não irá se arrepender.


*A Sinopse foi criada por mim, já que não encontrei nenhuma na internet =/

17 de outubro de 2014

O Juiz - The Judge (2014)


O Juiz - The Judge (2014) | Gênero: Drama

Sinopse:
"A trama gira em torno de um advogado de muito sucesso (Downey Jr.) que volta à cidade em que cresceu para o velório de sua mãe. No local, acaba descobrindo que seu pai é apontado pela polícia como um dos suspeitos de um assassinato. Ele, então, decide defender o pai no tribunal."

Ontem foi um dia muito diferente pra mim. Nunca assisti nenhum filme na estréia, mas fiz questão de desdobrar o meu dia (e minha vida) pra conseguir ver "O Juiz" (The Judge) no dia de estréia e na primeira sessão aqui em São Paulo. Nada melhor voltar a postar no blog com o novo filme do meu ator preferido, o lindo Robert Downey pegaeu jr.

Fui assistir o filme achando que Joseph (pai de Robert no filme) era apontado como suspeito pelo assassinato da sua esposa e que sofria do Mal de Alzheimer, assim como a maioria das sinopses falam, mas não é o que acontece no filme. A mãe de Hank (Robert) morreu por causa de um coágulo que se formou em sua perna esquerda e subiu para o coração, causando a sua morte e seu pai não tem Alzheimer (mas, também não vou contar o que ele tem).


Hank/Henry é um advogado pretensioso, que se acha o melhor, possui um bom carro, uma esposa jovem e bela, uma casa espetacular, ou seja, o homem perfeito, mas o seu mundo está para desmoronar a um passo. Hank fica sabendo da morte da sua mãe quando está no tribunal defendendo um homem por desvio de dinheiro, assim, ele volta para a pequena cidade onde cresceu em Indiana para o velório de sua mãe, onde os problemas de sua família começam a ser revelados. Logo no inicio do filme é que vemos que a vida perfeita de Hank é só fachada. Ele está prestes a se divorciar, tem problemas com o pai e estragou a carreira de sucesso de seu irmão mais velho.

É difícil fazer uma resenha de um filme que a maioria das pessoas ainda não viu. Muita gente não gosta de Spoiler e falar de um filme de Robert Downey Jr sem contar o que acontece é quase impossível, pelo menos para mim. 


O filme é cheio de paisagens lindas, a trilha sonora é perfeita e se encaixa impecavelmente nas cenas, nos emocionando com pouco. O que posso dizer é que o filme fala sobre amor, ódio, medo, redenção e aprender a perdoar e aceitar de uma maneira que nem todos nós entendemos e mesmo cheio de clichês de cinema e cenas já vistas e revistas em outros diversos filmes de tribunal, "O Juiz" tem sua parcela de originalidade. A atuação de Robert Duvall como um homem doente é tão verossímil que só quem conviveu com uma pessoa no mesmo estado que ele consegue entender.

Espero ver "O Juiz" mais algumas vezes e captar detalhes que não consegui da primeira vez. É um filme simples que não te faz pensar ou deduzir o que vai acontecer, você só torce para que Hank e Joseph, enfim, se deem bem e que tudo termine de forma que nenhum dos dois saia magoado. O fim é, ao mesmo tempo, comum e surpreendente. Você não espera que aquilo realmente aconteça e quando você acha que pode parar de chorar, as lágrimas correm com mais força por sua face (porque eu sou mole e choro com filme de comédia).


Como o próprio Robert diz, esse é o papel mais completo de sua carreira e, mesmo que as críticas digam que é mais um papel de Tony Stark disfarçado, não vi nada de Stark em Hank Palmer. O problema é que as pessoas só enxergam Robert como Tony Stark (seu papel de maior sucesso), elas não conseguem esquecer Stark e focar numa atuação completamente nova ou um personagem limpo de Robert, sem os esteriótipos de Stark. Assim como as pessoas veem Marlon Brando como Don Vito Corleone ou George Clooney como o eterno médico de ER, Robert ficou marcado como Tony Stark, porém ele só conseguiu esse papel porque tem características que o enquadravam como Stark, mas são características próprias do ator, quem acompanha as Premieres sabe do que eu estou falando.

Recomendo "O Juiz" não só por ser um filme com Robert Downey Jr., mas por ser um filme excelente que resgata os "filmes de tribunal" (que eu adoro), e tem uma fotografia primorosa, com uma trilha sonora linda. "Team Downey"* conseguiu o que queria quando gravou "O Juiz", sua primeira produção.





*Team Downey é uma empresa de entretenimento fundada por Robert Downey Jr. e Susan Downey, que produz propriedades de cinema e televisão.

6 de agosto de 2014

Assisti: Godzilla (2014)


Godzilla (2014)


Gênero: Ficção científica , Ação , Aventura

Sinopse: Joe Brody (Bryan Cranston) criou o filho sozinho após a morte da esposa (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação. Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial - e em especial sua família - do gigantesco, inabalável e incrivelmente assustador monstro Godzilla.


Adoro filmes sobre o Godzilla desde que me lembro. Na verdade, adoro qualquer filme que tenham monstros que destruam cidades sem escrúpulo nenhum e a polêmica que rodava em torno do novo filme do Godzilla era enorme. Algumas pessoas adoraram, outras odiaram profundamente.

O filme conta a história de Joe Brody que passa a criar o filho sozinho após a morte (BIZARRA) da esposa em um acidente na usina nuclear em que trabalhavam, no Japão. Ford Brod, filho de Joe é soldado do exercito americano, é casado e tem um filho.

Os personagens são rasos e nós acabamos não nos apegando a nenhum deles. O unico personagem possivel de desenvolver alguma espécie de simpatia acaba morrendo e você fica com atores que não conseguem fazer com que seus personagens criem alguma ligação com o publico e, por mais que tente, Ford parece não ter sentimentos, mesmo quando deveria sentir dor, ele não parece sentir nada.

Tudo bem, esqueçamos os personagens rasos e vamos pensar em Godzilla e seus inimigos. Quando o  ovo finalmente se choca, esperamos ver um dinossauro enorme e assassino, pisoteando tudo e todos por onde passa, mas acabamos por ver uma nova espécie de monstro meio aranha, meio mosquito. Godzilla mesmo só aparece do meio para o final do filme e para ficar ainda mais estranho, ele não quer destruir o Japão e todas as pessoas que moram ali, mas sim combater o monstro aranha-mosquito porque, aparentemente, é o que o Godzilla faz por natureza.

O personagem principal do filme deveria ser o Godzilla e, no fim, ele é o Monstro e o Herói ao mesmo tempo, numa mistura confusa de acontecimentos e apesar dos cortes pré cenas emocionantes, quando os monstros finalmente se encontram para um conflito sem cortes, é muito bom. Os raios azuis que saem da boca do Godzilla compensam toda a enrolação do filme.

Enfim, se você é como eu e espera muita ação e cenas emocionantes com Godzilla e seus inimigos naturais, é melhor deixar para o próximo filme, mas se quer assistir algo que não te faça pensar e te divirta ao mesmo tempo, recomendo Godzilla (2014) afinal, todos amam o Godzilla.


Curiosidade: O filme celebra os sessenta anos da primeira aparição de Godzilla nas telas, que aconteceu no filme homônimo japonês de 1954.

4 de agosto de 2014

Colocando Papel de Parede


Eu já devo ter falado, mas não custa nada dizer de novo que o blog andou bem paradinho porque eu estava de MUDANÇA, OE que felicidade!

Me mudar era uma das coisas 14 coisas para se fazer em 2014, na verdade, venho desejando me mudar há mais de um ano e, agora, eu tenho um closet, mesmo que eu não quisesse um. É mais um quarto sem graça e sem vida que você precisaria de MUITA imaginação pra conseguir visualizar algo ali dentro. Foi ai que surgiu a ideia de colocar papel de parede pra dar uma vida ao quarto que chamam carinhosa e exageradamente de closet.

Comprei esse papel de parede na Leroy Merlin e paguei R$129,90 cada rolo. É um papel com estampa delicada e o mais legal é que tem textura. O unico problema é que não é autoadesivo, então eu teria que preparar a cola e aplicar com a cara e a coragem.


A ideia original era colocar papel de parede somente na sala e foi lá que eu treinei meus dotes de aplicação de papel. Errei bastante no papel da sala, com direito a colocar a estampa de ponta cabeça (SIM, eu fiz isso), mas no fim, acabou dando tudo certo e a sala ficou maravilhosa.


Na foto, vocês podem ver o papel de parede de ponta cabeça (¬¬') e o trabalho pela metade com o papel do lado certo.Abaixo, a foto com a parede finalizada.


Tentei tirar algumas fotos do passo a passo do papel do closet, mas é claro que eu esqueci de vários passos. Existem vídeos na internet que ensinam direitinho como colocar, só acho que a história de cortar todas as tiras antes de passar a cola não vale a pena, prefiro medir, cortar, passar cola, esperar um minuto e só então aplicar na parde pra depois medir o próximo papel, caso contrário, você vai perder muito papel sem necessidade.

Medindo na parede.

Cortando o excesso
Aplicando Cola
A cola fica viscosa, parece um gel de cabelo e é bom aplicar uma camada generosa no papel, já que ao passar a espátula, o excesso de cola vai sair.

Dobrando
Vale a pena tomar cuidado com as bolhas de ar e as bolhas de cola, porque as de cola não desmancham, elas secam e ficam altas, então, vá passando a mão e sentindo bem onde ainda existe ar antes de finalizar com a espátula de silicone.



No final, ficou assim e eu amei o resultado, tanto da sala quanto do closet, não vejo a hora de terminar de arrumar tudo em seu devido lugar!


 
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